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Reforma tributária: o que muda na rotina dos escritórios contábeis

A transição para o IBS e a CBS redesenha apuração, obrigações acessórias e precificação de serviços. Entenda o cronograma e o que preparar agora no seu escritório.

Tributário 1 min de leitura Por Sincopuava

O que muda na prática para o escritório contábil?

A substituição de cinco tributos por IBS e CBS altera o regime de apuração, o modelo de crédito e o layout das obrigações acessórias. Na prática, o escritório precisa revisar o plano de contas dos clientes, reconfigurar o sistema de emissão fiscal e recalcular o custo de cada serviço prestado, porque o tempo de execução muda.

Qual é o cronograma de transição?

A transição é escalonada e convive com o sistema antigo por vários exercícios. Isso significa operar dois regimes em paralelo: o escritório mantém a apuração atual enquanto já cumpre as novas obrigações. É o período de maior risco operacional de toda a reforma, e o que mais exige revisão de processos internos.

Três frentes para organizar agora

Sistemas. Confirme com seu fornecedor o cronograma de adequação. Um sistema que se adeque tarde transfere o problema inteiro para a sua equipe.

Cadastros. Classificação fiscal incorreta, que hoje gera divergência, no novo modelo pode quebrar a cadeia de crédito do cliente. Revisar cadastro deixou de ser higiene e virou prevenção.

Contratos. Se o escopo do serviço cresce, a precificação precisa acompanhar. Reveja os contratos antes da virada, não depois.

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